Às vezes não sei que pensar... Se sou sol, se sou terra ou ar.
Flores, montes, árvores ou nada.
Sei que sou eu, mas não sei ao certo quem.
Quero saber algo que me invade a cabeça mesmo contra a minha vontade.
Confunde-me!
Transmite-me pensamentos negativos, inícios de tristezas e consequentemente depressões.
Como evitá-los?
Às vezes esforço-me para que tal aconteça.
Mas nisto invadem-me outros pensamentos que também contra a minha vontade me questionam que se de nada de mal tem pensar assim de quando em vez, sendo mais possessiva, porquê estar sempre a tentar evitar?
Para ficar melhor...
Mas e se fico... Valerá a pena?
Ficarei mesmo?
Não estará assim o interesse do sol a mudar o seu raio que em mim tem incidido?
Não sei.
E não quero também que isso seja.
Tudo isto me confunde.
E é por isto que, por vezes, me controlo e por vezes não.
Porque temos ambos os lados.
Ambos me mostram visões negativas... às quais não tenciono aderir.
A verdade é que parece que não posso estar feliz na minha
totalidade. Eu tenho consciência disso. É por isso sofro. Sofro por pensar. Como já Pessoa dizia.
Então o meu mal talvez seja pensar. E não pensar meu mal é.
Então eu estou mesmo condicionada à minha reles infelicidade que, por vezes, se desvanece em curtos momento de felicidade que vão surgindo.
São tudo o que tenho.
São momentos de certezas, de confiança nos outros, em mim.. na vida !
São-me muito importantes.
Fazem-me saber quem sou.
E que sou eu.
Assim como sou... eu !
E no espaço compreendido entre o ir e o voltar dos mesmos eu penso e confundo-me, com ideias contraditórias e cépticas até!
Sinto a Verdade a escapar-me pelas minhas maus frias, nuas e cruas, apanhá-la impossível é.
É, portanto, é frustante vê-la a caminhar sem dono.
Quando todos a queremos ter, mas que Felizmente, ninguém tem!
Flores, montes, árvores ou nada.
Sei que sou eu, mas não sei ao certo quem.
Quero saber algo que me invade a cabeça mesmo contra a minha vontade.
Confunde-me!
Transmite-me pensamentos negativos, inícios de tristezas e consequentemente depressões.
Como evitá-los?
Às vezes esforço-me para que tal aconteça.
Mas nisto invadem-me outros pensamentos que também contra a minha vontade me questionam que se de nada de mal tem pensar assim de quando em vez, sendo mais possessiva, porquê estar sempre a tentar evitar?
Para ficar melhor...
Mas e se fico... Valerá a pena?
Ficarei mesmo?
Não estará assim o interesse do sol a mudar o seu raio que em mim tem incidido?
Não sei.
E não quero também que isso seja.
Tudo isto me confunde.
E é por isto que, por vezes, me controlo e por vezes não.
Porque temos ambos os lados.
Ambos me mostram visões negativas... às quais não tenciono aderir.
A verdade é que parece que não posso estar feliz na minha
totalidade. Eu tenho consciência disso. É por isso sofro. Sofro por pensar. Como já Pessoa dizia.
Então o meu mal talvez seja pensar. E não pensar meu mal é.
Então eu estou mesmo condicionada à minha reles infelicidade que, por vezes, se desvanece em curtos momento de felicidade que vão surgindo.
São tudo o que tenho.
São momentos de certezas, de confiança nos outros, em mim.. na vida !
São-me muito importantes.
Fazem-me saber quem sou.
E que sou eu.
Assim como sou... eu !
E no espaço compreendido entre o ir e o voltar dos mesmos eu penso e confundo-me, com ideias contraditórias e cépticas até!
Sinto a Verdade a escapar-me pelas minhas maus frias, nuas e cruas, apanhá-la impossível é.
É, portanto, é frustante vê-la a caminhar sem dono.
Quando todos a queremos ter, mas que Felizmente, ninguém tem!
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