Falem.
Falem coisas boas ou más, mas falem.
Falem de mim que eu falarei de vós.
Desabafem toda a vossa angústia em cochichos que não vos levarão a lugar algum senão a um breve esquecimento da vossa triste vida.
Por isso, avante com todos os apologistas da arte de bem coscuvilhar, enquanto me tento abstrair de tudo isso e, resguardar-me dos vossos sorrisos insinceros.
Falem à vossa mercê, que eu falarei também.
Palavras vossas ditas e malditas que uma só vez me ferem. Daqueles que nada a mim me são. Ou até mesmo daqueles que comigo estão. Serão flechas com pontas aguçadas que não encontrarão mais o seu alvo para abater. Percorrerão mundos sem fim até caírem, finalmente, no esquecimento.
Perante isto, falo. Falo da minha indiferença aos vossos verbos em orações já sem sentido, às vossas construções frásicas sem ponta por onde se lhes pegue.
Sinto-me bem. Não feliz, bem.
Sou conhecida e descrita por variadas bocas, bem ou mal… não interessa. Sou-o ponto.
Ao menos sei para que olhos olho apenas e não vejo. Ao menos vou acrescentando à minha lista de desilusões os defensores da mentira, aqueles que sem ela não são capazes de viver.
Gente sem objectivos de vida, movidos por interesse. Mais tarde ou mais cedo, caçam-nos. ”A Mentira dá a volta ao mundo sem que a Verdade tenha tempo de se vestir”, mas a mentira acaba sempre por se voltar contra o mentiroso, e é nessa altura que ele pede ajuda ao mundo que lhe vira agora as costas.
Por tudo isto, minha gente, falem!
Falem coisas boas ou más, mas falem!
Falem de mim que eu falarei de vós!
Falem coisas boas ou más, mas falem.
Falem de mim que eu falarei de vós.
Desabafem toda a vossa angústia em cochichos que não vos levarão a lugar algum senão a um breve esquecimento da vossa triste vida.
Por isso, avante com todos os apologistas da arte de bem coscuvilhar, enquanto me tento abstrair de tudo isso e, resguardar-me dos vossos sorrisos insinceros.
Falem à vossa mercê, que eu falarei também.
Palavras vossas ditas e malditas que uma só vez me ferem. Daqueles que nada a mim me são. Ou até mesmo daqueles que comigo estão. Serão flechas com pontas aguçadas que não encontrarão mais o seu alvo para abater. Percorrerão mundos sem fim até caírem, finalmente, no esquecimento.
Perante isto, falo. Falo da minha indiferença aos vossos verbos em orações já sem sentido, às vossas construções frásicas sem ponta por onde se lhes pegue.
Sinto-me bem. Não feliz, bem.
Sou conhecida e descrita por variadas bocas, bem ou mal… não interessa. Sou-o ponto.
Ao menos sei para que olhos olho apenas e não vejo. Ao menos vou acrescentando à minha lista de desilusões os defensores da mentira, aqueles que sem ela não são capazes de viver.
Gente sem objectivos de vida, movidos por interesse. Mais tarde ou mais cedo, caçam-nos. ”A Mentira dá a volta ao mundo sem que a Verdade tenha tempo de se vestir”, mas a mentira acaba sempre por se voltar contra o mentiroso, e é nessa altura que ele pede ajuda ao mundo que lhe vira agora as costas.
Por tudo isto, minha gente, falem!
Falem coisas boas ou más, mas falem!
Falem de mim que eu falarei de vós!
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