São mais palavras.
Palavras que proferes sem saber o que dizes. Falas para eu sentir quando só o sentes pela metade e fazes-me tantas vezes – embora já eu as conheça – sentir-me como se fosse realmente eternamente desejada.
Gostava que a ingenuidade não mais me iludisse porque todos os dias em que acordo são amargos porque recordo o meu inferno.
Quero fechar os olhos e fingir que me esqueci de ti, embora parte de mim te agarre, espartilhando-te para nunca esquecer.
Se for não for real o que dizes, até porque o não demonstras, deixa-me adormecer a parte intrínseca que construíste em mim.
Palavras que proferes sem saber o que dizes. Falas para eu sentir quando só o sentes pela metade e fazes-me tantas vezes – embora já eu as conheça – sentir-me como se fosse realmente eternamente desejada.
Gostava que a ingenuidade não mais me iludisse porque todos os dias em que acordo são amargos porque recordo o meu inferno.
Quero fechar os olhos e fingir que me esqueci de ti, embora parte de mim te agarre, espartilhando-te para nunca esquecer.
Se for não for real o que dizes, até porque o não demonstras, deixa-me adormecer a parte intrínseca que construíste em mim.
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