Por tantas vezes que me quis expressar e conter para não chorar.
Por tantas vezes que julguei ter forte tudo que há em mim.
Por tantas vezes me enganei.
Foram vezes sem conta que eu agi irracional, absoluta e unicamente com os sentidos, deixando-os controlarem-me todos os meus gestos soltos e, diria até, sem sentido.
Pensamentos que foram, irreversivelmente, dominados por sensações que continuo a ter presentes e que me deixam contrita por dizer o que não era.
Sinto nostalgia até do simples agarrar da tua mão quente na minha mão gélida, que se tentava esconder do frio do mundo no teu calor interior.
Por tantas vez que sonhei e me iludi!
Por tantas vezes que sofri e nunca, mas nunca aprendi, a não cometer o erro de amar!
Talvez mereça todos os lugares, menos este!
E que a mais alta penitência me fosse a mim concedida, por ser tão consumidora de pecados para mim mesma!
Por tantas vezes quis matar a minha essência e ela me impediu!
Por tantas vezes que fugi de mim!
Por tantas mentiras não sentidas, por tantas palavras sinceras escondidas, por tanta coisa que não disse e que nem vou falar!
Por cada batimento do coração que já se cansa de o fazer...
Por cada segundo que, sem me aperceber, passa...
Por cada derramar de seiva minha que outros se vão alimentando e crescendo e sabendo e aprendendo a magoar, a desiludir, a matar emoções intrínsecas e genuínas, com corações feitos em pedra!
Por tantas vezes que olhei os teus olhos e me vi feliz.
Por tantas vezes que te desejei… antes tivessem essas vontades cessado de vez! E talvez assim, tudo se tornasse clarividente!
Só queria falar e por tantas vezes ser ouvida e compreendida.
Só queria que, desta vez, as saudades de te ver te fizessem abrir os olhos e não que te transformassem num ser insensível que vive, ainda, da sede da minha dor.
Por tantas vezes que julguei ter forte tudo que há em mim.
Por tantas vezes me enganei.
Foram vezes sem conta que eu agi irracional, absoluta e unicamente com os sentidos, deixando-os controlarem-me todos os meus gestos soltos e, diria até, sem sentido.
Pensamentos que foram, irreversivelmente, dominados por sensações que continuo a ter presentes e que me deixam contrita por dizer o que não era.
Sinto nostalgia até do simples agarrar da tua mão quente na minha mão gélida, que se tentava esconder do frio do mundo no teu calor interior.
Por tantas vez que sonhei e me iludi!
Por tantas vezes que sofri e nunca, mas nunca aprendi, a não cometer o erro de amar!
Talvez mereça todos os lugares, menos este!
E que a mais alta penitência me fosse a mim concedida, por ser tão consumidora de pecados para mim mesma!
Por tantas vezes quis matar a minha essência e ela me impediu!
Por tantas vezes que fugi de mim!
Por tantas mentiras não sentidas, por tantas palavras sinceras escondidas, por tanta coisa que não disse e que nem vou falar!
Por cada batimento do coração que já se cansa de o fazer...
Por cada segundo que, sem me aperceber, passa...
Por cada derramar de seiva minha que outros se vão alimentando e crescendo e sabendo e aprendendo a magoar, a desiludir, a matar emoções intrínsecas e genuínas, com corações feitos em pedra!
Por tantas vezes que olhei os teus olhos e me vi feliz.
Por tantas vezes que te desejei… antes tivessem essas vontades cessado de vez! E talvez assim, tudo se tornasse clarividente!
Só queria falar e por tantas vezes ser ouvida e compreendida.
Só queria que, desta vez, as saudades de te ver te fizessem abrir os olhos e não que te transformassem num ser insensível que vive, ainda, da sede da minha dor.
Há uns sonham com cavalos de madeira, fortes como o de Tróia, eu sonho em um dia fazer parte da tua vida, parte de ti.
E este é o meu grande sonho utópico.
E este é o meu grande sonho utópico.
1 comentário:
Não te desfaças de ti mesma, da beleza intrinseca que ao fim ao cabo tdos nos temos particularmente, nao te desfaças daquilo que és por um sonho que apsar de ser tao importante e pelo qual tanto anseias te corta em pedaços cada vez que mergulhas em memórias algo insanas mas sentidas... nao te desfasças , e muito menos desistas
estarei sempre c que a alma e corpo permitirem, e mesmo que seja encurralada a minha mao terás, e mergulharas em sorrisos e em palavras algo fortes que te digo mesmo me custando o coraçao e o fraquejo de ser humano...
@@@@@@@@@@ <3-te
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