Não é um dizer que sim ou que não. Nem tão um pouco um gesto descontrolado que nos escapa. Chame-se-lhe acaso. Chama-se-lhe o que for, o que queiramos que seja.
Eu chamo-lhe a ironia do fado. Chamo-lhe as palavras que se me agridem como estalos de luva branca. Chamo-lhe vocábulos em mares revoltos lutando contra aquilo que alego. Chamo-lhe guerra.
Chamo-lhe perdição. Chamo-lhe loucura.
Encontro-me um tanto ou quanto desarmada, despalavrada, não me rendo, mas faço silêncio.
Eu chamo-lhe a ironia do fado. Chamo-lhe as palavras que se me agridem como estalos de luva branca. Chamo-lhe vocábulos em mares revoltos lutando contra aquilo que alego. Chamo-lhe guerra.
Chamo-lhe perdição. Chamo-lhe loucura.
Encontro-me um tanto ou quanto desarmada, despalavrada, não me rendo, mas faço silêncio.
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