Sou uma peça que não encaixa no puzzle da minha vida.
Tudo parece se organizar sem mim. E por mais que me esforce, por mais que me tente encaixar, a minha peça simplesmente não cabe neste puzzle.
Não é de lá. Não é aqui que pertence.
Ando, penso em mim, sinto o vento, mas não me sinto viva aqui.
Tudo para mim é estranho, não conheço nada. Neste lugar, eu sou estrangeira.
Cada vez mais me abraço a mim e só a mim no meu mundo que não sei qual é, e me afasto daqueles de quem gosto.
Começo a libertar-me deste lugar, desde puzzle que não é meu.
Não sei afinal de onde vim, nem sei onde é que eu pertenço.
Talvez se a minha vida me dissesse, eu soubesse.
Mas eu nem sei que vida é a minha.
Sei que numa deambulo... e sem direcção, caminho...
Despegada de qualquer coisa que me mantenha cá.
Sinto-me cada vez mais distante, e não sei que mais possa fazer para me sentir de novo eu.
Perdi-me.
Ando desencontrada comigo.
Não sei quem sou, nem onde estou. Eu não sei de nada.
Sinto-me sempre sozinha. E sinto-me melhor quando estou (só) eu na rua.
Quase mesmo sem lugar, sendo só com o vento e com mais ninguém.
Nestas alturas, não estou bem em lado nenhum, porque não estou bem comigo.
Sou uma peça perdida que não encaixa no puzzle da minha vida...
Eu bem procuro à noite um sinal de mim,
E espero à noite por quem eu me esqueci.
Peço à noite um sinal de mim,
Por quem eu me esqueci...
Tudo parece se organizar sem mim. E por mais que me esforce, por mais que me tente encaixar, a minha peça simplesmente não cabe neste puzzle.
Não é de lá. Não é aqui que pertence.
Ando, penso em mim, sinto o vento, mas não me sinto viva aqui.
Tudo para mim é estranho, não conheço nada. Neste lugar, eu sou estrangeira.
Cada vez mais me abraço a mim e só a mim no meu mundo que não sei qual é, e me afasto daqueles de quem gosto.
Começo a libertar-me deste lugar, desde puzzle que não é meu.
Não sei afinal de onde vim, nem sei onde é que eu pertenço.
Talvez se a minha vida me dissesse, eu soubesse.
Mas eu nem sei que vida é a minha.
Sei que numa deambulo... e sem direcção, caminho...
Despegada de qualquer coisa que me mantenha cá.
Sinto-me cada vez mais distante, e não sei que mais possa fazer para me sentir de novo eu.
Perdi-me.
Ando desencontrada comigo.
Não sei quem sou, nem onde estou. Eu não sei de nada.
Sinto-me sempre sozinha. E sinto-me melhor quando estou (só) eu na rua.
Quase mesmo sem lugar, sendo só com o vento e com mais ninguém.
Nestas alturas, não estou bem em lado nenhum, porque não estou bem comigo.
Sou uma peça perdida que não encaixa no puzzle da minha vida...
Eu bem procuro à noite um sinal de mim,
E espero à noite por quem eu me esqueci.
Peço à noite um sinal de mim,
Por quem eu me esqueci...
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