Não sei como é que depois de todas as águas passadas, a tua presença infame ainda me incomoda tanto.
Vagueia para outro sítio e deixa este meu luarzinho no meio da floresta que me retém salvaguardada.
As tuas armas falíveis e corruptas não me conseguem daqui atingir. Todas as tuas tentativas serão falhadas. Desiste. Cessa como já o fizeste. Dá pelo menos uma vez na vida parte fraca e admite o erro.
Eu admito os meus. Com eles far-me-ei mais forte, e não me vou deixar cair noutra teia esburacada feita por um aranhiço qualquer em fase de decomposição.
Quero redimir-me de todos os meus equívocos e, principalmente, de ti.
Tu que me transformaste em quem não sei e, que levaste o melhor de mim sem o saberes aproveitar. Deitaste tudo de mim ao mar.
E agora deito eu momentos, sentimentos, lembranças, palavras, gestos um tanto ou quanto não sentidos. Quero libertar-me de ti e de tudo o que me fizeste ser.
Quero saber ser-me de novo. Sem medos, sem limites de expressões, tempo ou espaço.
Quero livrar-me deste sentimento de culpa que me detém como sua prisioneira.
Quero passar pelas grades que a ti me prendem e seguir na direcção da luz.
Quero reencontrar-me.
Vou reencontrar-me.
Nada do que faças me roubará a vontade inabalável que tenho de me libertar.
Vagueia para outro sítio e deixa este meu luarzinho no meio da floresta que me retém salvaguardada.
As tuas armas falíveis e corruptas não me conseguem daqui atingir. Todas as tuas tentativas serão falhadas. Desiste. Cessa como já o fizeste. Dá pelo menos uma vez na vida parte fraca e admite o erro.
Eu admito os meus. Com eles far-me-ei mais forte, e não me vou deixar cair noutra teia esburacada feita por um aranhiço qualquer em fase de decomposição.
Quero redimir-me de todos os meus equívocos e, principalmente, de ti.
Tu que me transformaste em quem não sei e, que levaste o melhor de mim sem o saberes aproveitar. Deitaste tudo de mim ao mar.
E agora deito eu momentos, sentimentos, lembranças, palavras, gestos um tanto ou quanto não sentidos. Quero libertar-me de ti e de tudo o que me fizeste ser.
Quero saber ser-me de novo. Sem medos, sem limites de expressões, tempo ou espaço.
Quero livrar-me deste sentimento de culpa que me detém como sua prisioneira.
Quero passar pelas grades que a ti me prendem e seguir na direcção da luz.
Quero reencontrar-me.
Vou reencontrar-me.
Nada do que faças me roubará a vontade inabalável que tenho de me libertar.
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