Sim, acordei. Talvez de um dulcíssimo sabor a palavras, talvez de uma paragem temporal onde tudo se perde quando imbuído em devaneios sentidos, loucura é o que lhe chamam.
Não me importo. O meu canto alto não importuna e eu sinto-me tão grande por momentos.
Chama-me o que quiseres. Sinto que libertei certos medos de mim mesma.
Não tenho certezas porque não sou omnisciente, talvez prefira não saber. Tenho as convicções que necessito para sorrir.
Soa sempre tão bem dizer que sorrio por ti, por mim, por nós.
Não me importo com essa tua estranha maneira de demonstrar sentimentos se o sabes fazer por outros meios.
E as palavras são tão incipientes e eu sinto-me bem com isso.
Sinto-me excessivamente limitada e é tão bom escrever assim.
Vejo o mundo tão colorido. Não sabes as minhas cores, mas coloriste harmoniosamente o meu pequeno refúgio com as tuas.
São depuradas, são lindas, são tuas.
Basta-me tudo isso.
As palavras maviosas circundem o ar que nos rodeia. O seu perfume tem uma presença ainda maior que qualquer outro.
A sua fragrância não é de nada que possa ser palpável, visto, apenas sentido. Sente-se que é imaculada, natural.
Faz-me sorrir.
Deve derivar de algum processo químico que fugazmente criaram, ou é apenas um suave aroma que sente uma jovem tonta, ingénua, apaixonada.
É uma combinação aromática primorosa.
É a simbiose perfeita.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Quero o Sem Sentido, mas Sentido
É o ler. É o relembrar que me deixa nostálgica. É essa tremenda vontade de regressar ao tempo em que podia perder a cabeça pois estava segura que me iriam agarrar, qualquer que fosse a queda.
Hoje, sei que o terreno montanhoso não é propício para que tal se suceda e a minha quietude aflige-me.
Não consigo não pensar nem lembrar. Porque me marcou, porque me deu alento para me evadir, porque me fez tanto sorrir.
Não sei se ainda é valoroso fazê-lo, parece que já não há qualquer admiração.
Falta de gnose e interesse pela mesma são, pelo menos, os principais sintomas que estão em evidência.
Preciso de ver aquele pôr-do-sol há tanto evocado por meio de promessas ditas para o ar que as levou para mais ninguém as ouvir.
A musicalidade das letras que dançavam nas palavras mais perfeitas jamais foram tão prazerosamente admiradas, foram-se, no entanto, perdendo por entre os palcos obscuros que frequentavam. Perdendo a sua essência, o seu valor, a sua moral, tudo aquilo que as caracterizava e as unificava.
Fazem-me pensar se eram, ou não, de cariz oco. Repenso quais as causas que poderão ter conduzido para a precariedade sensacional que se faz já por anunciar.
Será de mim? De outrém? De ninguém? Será da vida? Do destino cruel?
Seja o que for, está a conseguir desgastar-me mais do que a uma bota velha que fica guardada na sapateira corroída pelo anos que se vão aglutinando, posta de parte, representa grandes épocas passadas. Passado, nada mais.
Talvez tenha perdido o senso e o sentido do bem e do mal, ou melhor, do considerado correcto de pensar. Como pensar então? Não sei.
Penso demais. Esgoto-me. Dou de mim o que consigo. Eu própria considero-me limitada. A teoria de que nada é impossível só se torna verdadeira quando existem razões que nos dêem alento para o fazer. Caso contrário, a questão que fica pendente será sempre a do “para quê?”.
Para quê?! Para quê entregar-me se caio?! O chão magoa conforme a brutalidade do confronto, já o experimentei e cicatrizou-me. Permaneço, portanto, preferencialmente de pé. Não asseguro muita coisa, mas pelo menos asseguro a minha integridade psicológica.
Como eu queria escrever textos sem nexo, onde a única coesão que pudesse, eventualmente, existir residiria no denso banho maria de uma alegria contagiante e sedutora.
Ao menos a falta de sentido seria mais do que sentida e alguma vez descrita…
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Rio Meu
Sou de novo um objecto. Um objecto que proclama o seu canto inaudível, não premeditado, pouco coerente, sem credibilidade nem aceitação, a sua voz ecoa vadia, vã e solitária.
Queria sentir-me, mas roubaram-me a capacidade sensorial que detinha e abandonaram-me neste riacho onde nem o rio me escuta.
Talvez o tente escutar, mas parece que nada do que diz, a mim se dirige. Como tal, não quero parecer intrometida e delibero só no meu canto.
Não falo. As palavras já me custam a sair, mais vale nada mesmo dizer. Não oiço nada senão o rio que teima em mostrar-me que é tão mais do que eu. Nada sinto, nada vejo. Cegaram-me com permissão e agora quero redimir-me onde não existe perdão.
Se ao menos alguém me sentisse ou notasse ou ouvisse. Se não fosse sempre cega, se não estivesse sempre nas mãos de outrem, se não fosse tão sensível, se não fosse tão eu, talvez fosse mais feliz.
Contudo, não poderia existir felicidade se não havia nenhum eu integral. A felicidade alheia não me pertence e com ela não posso partilhar sentimento que não careço.
Não há nada que possa fazer se não me sei ser nas mãos que me aceitem e amem cada detalhe, cada pormenor, cada expressão, cada defeito, cada alegria, e me dêem confiança e determinação para continuar a ser-me e a dar o melhor de mim.
Ando tão escondida. Oiço o sussurrar de uma voz inquieta. Ama-me e quer amar, quer soltar-se, quer ser grande, quer ser livre, quer ser apaixonada. Finjo que não a oiço. É inconsciente e ingénua, não sabe o perigo que corre, não sabe que o terreno não é fértil e ela é apenas demasiado genuína e criança para enfrentar o Nada. Porque na realidade não há razão para sair.
O rio torna-se ameaçador e eu finalmente percebo que ali não pertenço. “Não sei por onde vou, mas sei que não vou por ali”, disse alguém sábio cujo o nome não me recordo. Mas uso-a nesta situação, pois não sei regressar-me e estar segura no meu casulo onde nada nem ninguém me podem atacar, mas sei que caminhei e continuo a fazê-lo para o lado errado. De um lado onde só o Nada posso obter. E, para que a voz interior se cale, quero saber o que fazer, quero saber ser tudo menos errónea, quero não sofrer.
Queria sentir-me, mas roubaram-me a capacidade sensorial que detinha e abandonaram-me neste riacho onde nem o rio me escuta.
Talvez o tente escutar, mas parece que nada do que diz, a mim se dirige. Como tal, não quero parecer intrometida e delibero só no meu canto.
Não falo. As palavras já me custam a sair, mais vale nada mesmo dizer. Não oiço nada senão o rio que teima em mostrar-me que é tão mais do que eu. Nada sinto, nada vejo. Cegaram-me com permissão e agora quero redimir-me onde não existe perdão.
Se ao menos alguém me sentisse ou notasse ou ouvisse. Se não fosse sempre cega, se não estivesse sempre nas mãos de outrem, se não fosse tão sensível, se não fosse tão eu, talvez fosse mais feliz.
Contudo, não poderia existir felicidade se não havia nenhum eu integral. A felicidade alheia não me pertence e com ela não posso partilhar sentimento que não careço.
Não há nada que possa fazer se não me sei ser nas mãos que me aceitem e amem cada detalhe, cada pormenor, cada expressão, cada defeito, cada alegria, e me dêem confiança e determinação para continuar a ser-me e a dar o melhor de mim.
Ando tão escondida. Oiço o sussurrar de uma voz inquieta. Ama-me e quer amar, quer soltar-se, quer ser grande, quer ser livre, quer ser apaixonada. Finjo que não a oiço. É inconsciente e ingénua, não sabe o perigo que corre, não sabe que o terreno não é fértil e ela é apenas demasiado genuína e criança para enfrentar o Nada. Porque na realidade não há razão para sair.
O rio torna-se ameaçador e eu finalmente percebo que ali não pertenço. “Não sei por onde vou, mas sei que não vou por ali”, disse alguém sábio cujo o nome não me recordo. Mas uso-a nesta situação, pois não sei regressar-me e estar segura no meu casulo onde nada nem ninguém me podem atacar, mas sei que caminhei e continuo a fazê-lo para o lado errado. De um lado onde só o Nada posso obter. E, para que a voz interior se cale, quero saber o que fazer, quero saber ser tudo menos errónea, quero não sofrer.
O teu olhar é já frio.
O teu toque arrefeceu.
Gelaste-me e eu acreditei na tua ronquidão.
O teu toque arrefeceu.
Gelaste-me e eu acreditei na tua ronquidão.
sábado, 6 de junho de 2009
Não Vens
As palavras são redundantes e inserem-se em argumentos circulares vários. Já não há daqueles vocábulos que tanto me encantaram, aonde é que vim parar?
Os olhares já não se cruzam e as emoções perderam-se no tempo, infeliz o teu contentamento, infeliz o meu lamento.
Que se lhe acrescente um suplemento se é dessa carência que lhe falta, não há já rosto que me distinga, é o fugir à igualdade que me iguala.
Doloso é saber que te perdi quando numa tarde ao relento soprei. Não pensei que fosse no mar onde te encontrei que de mim tu fugirias.
E correste, correste e nada me disseste. Viraste-me a cara, abandonaste o teu olhar ainda terno, e deixaste que apenas o vento fosse dono e senhor do cabelo que só a ti pertence.
Não pensaste na saudade que deixaste ao partir para fora de mim.
Não pensaste que te queria e quero aqui. És tão apartado.
As palavras ocas já não me iludem, apenas acções dir-me-iam o contrário que tanto anseio. Apenas essas aliadas a uma vontade que, julguei ingenuamente que em ti imperava, me acordariam deste sono tão pejorativo.
Fizeste tudo para que acreditasse nessas tuas palavras soltas, insensíveis, delineadoras de um futuro amante, tristes, vazias, tuas para mim.
Não sou ninguém que te mereça. Não sou ninguém de especial. Sou-me como aprendi e me fui traçando.
Não sou quem procuras, não sou parte das tuas loucuras e, muito menos, sou parte de ti.
Deixa-me ali deitada, imóvel, à tua espera quando sei que não vens porque…
Por que é que não vens?
domingo, 24 de maio de 2009
Na Sombra
É na sombra que me sento. E no limiar desta acção conheço-me.
Sou pedaço de um denso arvoredo e respiro de outras essências, sentindo-me mais poderosa.
O vento cheira-me a introspecção e sou, naquele momento, um mar de pensamentos, sou eu ali e estou só.
Os frutos das árvores parecem perenes, apetece-me jogar-lhes a mão. Mas é essa vontade capaz de me fazer querer mergulhar ainda mais profundamente na minha Interioridade?
Talvez tenha cadeado ou algo que me impeça o meu próprio acesso. Mas existem tantas questões perdidas que só dessa maneira conseguiria apaziguar o meu espírito irrequieto.
Concentro-me. Penso em Siddhartha. Um Homem tão forte, tão seguro de si, tão confiante, que prefere a morte ao viver sem sentido. Possuo as mesmas vontades. Mas não sei se não o prefiro mais em palavras do que com verdadeiras, corajosas e heróicas acções.
Sem esta perseverança sinto-me mais uma e não uma, sinto-me parte duma multidão sem nome, sinto-me desconhecida, mas assim o prefiro ser se não sei dizer de mim.
O vento afaga-me o rosto. É fresco. Sabe bem senti-lo numa tarde como esta, aquecida pela reflexão. Distraio-me, mas logo tento recuperar a ideia anteriormente deixada em aberto.
Siddhartha, Siddhartha, como eu queria ostentar um nome tão honrado e singular como o teu. A ti nada não te importa nem incomoda senão o teu próprio cepticismo. Alcançaste o Nirvana e eu nem sequer lhe conheço o caminho.
Queria traçá-lo, mas também não me sinto capaz de o fazer. Penso que por vezes nas doutrinas, as teorias que ensinam são como dizes meras palavras, se não soubermos ir ao nosso encontro, e olharmo-nos para dentro. É como olhar um espelho e vermos o nosso reflexo exterior. Tu vês, ao mirares o teu reflexo espelhado na água, o teu interior. Não há nada que considere mais belo do que pensar que poderia atingir essa etapa divina. Não que seja uma crente, mas porque entendo que tais heróis de si mesmos precisem de se destacar e denotar uma distância considerável, uma vez que, ao menos esses, como tu Siddhartha, só esses conseguem abdicar de tudo em prol da procura incessante do seu sentido. Quem me dera preferir, com firmeza e segurança nas palavras, que venha antes morte à minha própria ignorância ao invés de declamar palavras vazias no seu conteúdo porque nelas, interiormente e de forma cobarde, sei que lhes falta a coragem e a vontade nua.
Já é tarde e está frio, tremo e agasalho-me, sou fraca sou resistível.
Visível Por Um Dia
Posso não ser estrela cujo seu brilho ofusque, mas tenho uma luz tão intrínseca que é, simultaneamente, tão invisível aos teus olhos.
Será por cansaço ou mesmo por problemas de cegueira que passo por ti e te ilumino enquanto tu pareces ficar estagnado na tua própria escuridão.
Tenho a minha sombra. Também ela te incomoda, mas não percebes que sou eu. Se gritar ou fizer gestos ridículos à toa, tu permaneces impreterivelmente impávido e sereno.
Tens uma calma envolvente e, ao mesmo tempo, tão frustrante.
Como não me vês, consideras-te quase como o único ser existente e que ainda coexiste, por muito estranho que pareça. Esqueces-te que não tens sempre os olhos vendados e que o caminhar para a luz e dar sinal de erro, de engano pode ser difícil, contudo é também exclusivo e nobre. Especialmente, nobre.
Nem todos carecemos dessa particularidade. Ou melhor, necessitamos, mas a ilusão cega alguns de tal forma que, para esses, nada mais existe senão a pomposa falácia.
À mesma associo tudo aquilo que é corrosivo e traiçoeiro e, por isso, é para mim tudo aquilo que toma as sombras por verdadeiras, afastando-se da sua essência e de outras luzes que em si incidem.
Esforço-me para que o meu raio seja valoroso e para que tenha significado, para que não só o vejas, como também o recebas sentindo-o, reconfortando-te nele. Espero que seja recíproco. Anseios e devaneios é tudo o que me tens ofertado por meio dessas sombras que nem vocábulos convenientemente correctos bem expressam, tal não é a sua promiscuidade com aquilo que é violável.
Não me sei ser e a minha luz é tantas vezes mal utilizada e usufruída.
Todavia, nada é mais importante do que um simples cair e levantar. Não existe nada mais belo, se soubermos elevar o espírito, aprender e ganhar novas defesas.
Falas com as certezas que não tens. Também sobre elas não tenho poder, mas procuro ver-me e ver-te e depois sim, deliberar e tirar conclusões.
Cabeças quentes nunca venderão felicidades instantâneas e o instantâneo não é o feliz porque refere-se a um simples, curto e efémero momento.
Que se fale antes de uma suave alegria que vai posteriormente destoar com os ásperos e austeros remorsos.
Ao menos que os vejas por ti mesmo, já que a minha credibilidade te é indiferente.
Sei que não sou pessoa em quem notes, mas gostava tanto de um dia o ser. De ser-te visível por um dia. Um dia que tornaria eterno.Conta-me-te
Sou o que o céu me esconde.
Não me conta, quer ensinar-me o que não quero viver.
Sei tanto que me vou magoar. Sei tanto que não o quero. Sei tanto que não sei nada e nada o céu me conta. Sabe tanto, mas as palavras audíveis continuam em falta.
As atitudes positivas não parecem valer a pena e as negativas parecem ser inúteis e dispensáveis.
Mas se com sentimento me exprimo sou tão ridícula e menosprezada. E o sentimento é apenas ar e parece uma palavra no vácuo ainda que não o seja.
Os olhos seguem-me com uma indiferença perturbante e inigualável.
Não sei o que sou para essa essência que me tanto elucida e tomo como minha e em que tanto quero acreditar.
Mas as emoções parecem ruir enquanto as minhas florescem. Se o demonstro é como se nada fizesse. Se o não fizer, então não o fiz e os dias passam pautados por uma rotina baseada na indiferença e no hábito que não procuro.
Quero mudá-lo e, por isso, rompo com boémio e faço-me menos opaca, mas parece que não é notório.
Começo a esgotar as ideias para me notares e entristece-me pensar que poderás não estar à espera daquilo que te posso oferecer.
As minhas palavras perturbam-te, as conversas aborrecem-te, as minhas afecções incomodam-te… que hei-de eu pensar então? Que partilhamos um sentimento intrínseco e puro?!
É estranho pensar no quão revoltas estavam as ondas que me levaram a ti e, agora que as consegui vencer, não me encontras, não vês, não ouves nem desejas.
Sei que em mim reina o negativismo, mas não me queres mostrar nada contrário a estes juízos infames por isso, ainda que tente, retorno sempre a este ciclo vicioso em que eu mesma me inseri.
Serei assim tão desinteressante ao ponto de quase me sentir nula para ti?
Por que razão não me sentes tu?
Perguntas e perguntas sem resposta. Distantes. São apartadas para ti e não lhes consegues responder com acções, apenas com palavras vazias. Vazias porque não as demonstas e ambos sabemos que quando assim o são, as palavras são apenas palavras e amor é equivalente a pedra. Pois não têm cheiro, nem são palpáveis, nada têm senão palavras.
Quero ser o que sei que posso ser e atingir o meu máximo contigo, mas tu não me dás qualquer indício de que o posso ser. Portanto, o medo continua a ser em mim uma constante.
E mesmo quando sou forte e procuro dar luta sinto-me como uma criança que tenta vencer as ondas incontroláveis do mar salgado, mas que logo que se avista uma onda mais próxima foge a correr. A diferença está que, enquanto a criança encontra algum fascínio nisto e o faz vezes sem conta, eu sinto-me incapacitada e invisível e, assim sendo, não encontro razão que mereça esse meu esforço se sei que no final é o meu rio que vai desaguar nesse mar.
Estou insegura. Estou. Quero que me queiras sem que to peça, sem que seja preciso veres-me triste para pensares em dares-me mais de ti. Quero que isso venha da tua pessoa, pelo que tu sentes e por mais ninguém, para que seja verdadeiro e não verosímil. Porque quando o fazes, não há nada que mais me alegre senão a tua espontaneidade ao fazeres-me sentir especial. Ainda não o descobriste se calhar. Ou então não o queres descobrir. Se for esse o caso, então peço-te encarecidamente para me largares a mão porque em ti ela não encontrará o seu leito.
Não me é suficiente sentir que estás bem comigo, preciso de saber que te faço falta, preciso de ver que tens garra se for preciso puxares-me para ti para me sentir querida. Se não o demonstrares mais vezes eu não sei. No início soubeste agradar-me tanto por que é que agora te desleixaste?! Agora esqueces-te.
Desculpa não poder ser mais compreensiva e necessitar da tua atenção.
Desculpa-me por gostar de gostar de ti.
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