O Fado.
O meu Fado.
Há quem sinta e há quem não o oiça nem perceba.
Fado que fala do seu nobre e triste coração. Partilha a sua amargura.
Eu oiço-o como sua eterna aprendiz, com ouvidos já deleitados, entregues a estas intensas melodias.
“O meu fado, o meu fado, o meu fado, o meu fado.”
Sabe-me tão bem cantá-lo ainda que sem jeito. Jeito só o tenho eu para o sentir.
“O meu fado, o meu fado, o meu fado, o meu fado.”
Escolhe tão bem as “palavras que nos beijam como se tivessem boca”. Beijos fugazes, repletos de certeza e sapiência.
Falam melhor de mim do que eu própria o faria.
E no meio de tantas rosas que me cobrem o jardim prazeroso, colho uma rosa branca e meto a rosa ao peito.
Inspirado nas músicas da Amália e Mariza.
O meu Fado.
Há quem sinta e há quem não o oiça nem perceba.
Fado que fala do seu nobre e triste coração. Partilha a sua amargura.
Eu oiço-o como sua eterna aprendiz, com ouvidos já deleitados, entregues a estas intensas melodias.
“O meu fado, o meu fado, o meu fado, o meu fado.”
Sabe-me tão bem cantá-lo ainda que sem jeito. Jeito só o tenho eu para o sentir.
“O meu fado, o meu fado, o meu fado, o meu fado.”
Escolhe tão bem as “palavras que nos beijam como se tivessem boca”. Beijos fugazes, repletos de certeza e sapiência.
Falam melhor de mim do que eu própria o faria.
E no meio de tantas rosas que me cobrem o jardim prazeroso, colho uma rosa branca e meto a rosa ao peito.
Inspirado nas músicas da Amália e Mariza.
1 comentário:
mt fofinho o texto!!**
a serio Ana :]
é bom ver-te escrever sobre coisas "nao-tristes" :D
é bom fazer parte da tua felicidade!!
adorote @
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