Não há gente que mude, há pessoas que se revelam.
Nunca se conhece ninguém na sua totalidade, por muito que queiramos pensar ingenuamente que sim.
É tudo uma questão de sermos ou não realistas.
É tudo uma questão de sabermos ou não pensar.
Podemos saber fechar os olhos a muitas situações. Podemos citar e criticar acções que não nos pertencem, desde que saibamos que as nossas costas também nos pesam. Podemos falar para o Nada, desde que não aguardemos resposta.
As nossas atitudes condenam-nos, é verdade. As que não foram tão bem deliberadas, ou se o foram, então aí arriscamo-nos a pisar o chão corrosivo da ética, no qual nem todos conseguem sobre ele caminhar.
A água cristalina da fonte corre ao ritmo de uma melodia que ela mesma produz. É tão apetitosa, é fresca, é jovem, é pura. O querer lavar as mãos nesta fonte que irradia uma beleza genuína, deslumbra-nos. É Tentador. Aproximamo-nos de mansinho e, a priori, penetra-nos uma sensação de limpidez e virgindade. A nossa vontade é de a tornar imortal, eterna. A nossa esperança e atitude de um cómodo facilitismo é que aquela água abençoada limpar-nos-á remorsos e as mãos deixarão de parecer/estar imundas.
Pensamento esse que apela muito à ignorância.
Interiormente sabemos disso, apenas não o queremos demonstrar nem dar parte fraca.
Porque por muitas águas que essas mãos experimentem nunca ficarão isentas de culpa.
O orgulho passa muitos véus, contudo não podemos deixar que este interfira em atitudes e escolhas que se auto-caracterizam como pouco dignas de se tomar.
A água continuará a correr e as tuas mãos continuarão sujas enquanto tu não admitires que foram maioritariamente os teus erros e as tuas más decisões que te sentenciaram ao Inferno, como tu lhe chamas, em que vives de momento.
Podes atirar muitas pedras ao meu telhado. Só não te esqueças que também o teu de vidro é.
Nunca se conhece ninguém na sua totalidade, por muito que queiramos pensar ingenuamente que sim.
É tudo uma questão de sermos ou não realistas.
É tudo uma questão de sabermos ou não pensar.
Podemos saber fechar os olhos a muitas situações. Podemos citar e criticar acções que não nos pertencem, desde que saibamos que as nossas costas também nos pesam. Podemos falar para o Nada, desde que não aguardemos resposta.
As nossas atitudes condenam-nos, é verdade. As que não foram tão bem deliberadas, ou se o foram, então aí arriscamo-nos a pisar o chão corrosivo da ética, no qual nem todos conseguem sobre ele caminhar.
A água cristalina da fonte corre ao ritmo de uma melodia que ela mesma produz. É tão apetitosa, é fresca, é jovem, é pura. O querer lavar as mãos nesta fonte que irradia uma beleza genuína, deslumbra-nos. É Tentador. Aproximamo-nos de mansinho e, a priori, penetra-nos uma sensação de limpidez e virgindade. A nossa vontade é de a tornar imortal, eterna. A nossa esperança e atitude de um cómodo facilitismo é que aquela água abençoada limpar-nos-á remorsos e as mãos deixarão de parecer/estar imundas.
Pensamento esse que apela muito à ignorância.
Interiormente sabemos disso, apenas não o queremos demonstrar nem dar parte fraca.
Porque por muitas águas que essas mãos experimentem nunca ficarão isentas de culpa.
O orgulho passa muitos véus, contudo não podemos deixar que este interfira em atitudes e escolhas que se auto-caracterizam como pouco dignas de se tomar.
A água continuará a correr e as tuas mãos continuarão sujas enquanto tu não admitires que foram maioritariamente os teus erros e as tuas más decisões que te sentenciaram ao Inferno, como tu lhe chamas, em que vives de momento.
Podes atirar muitas pedras ao meu telhado. Só não te esqueças que também o teu de vidro é.
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