A chuva caía enfurecida, acentuava um Inverno incómodo.
Não foi, contudo, impeditiva de uma tarde bem passada.
Penso que nada era. O tempo estagnou a nosso favor e comando, excepcionando as malditas gotinhas de água que teimavam em cair regateiras.
Voei, no sentido literal e metafórico.
A música matreira entrou-me sem pedir licença e fez com que a experimentasse. Anunciou-me, descarada, da sua presença. Anunciou-me, alcoviteira, da tua.
Senti o entrelaçar dos meus dedos nos teus como se para esse fim estivessem destinados. Senti a tua respiração inocente. Senti-te o coração bater. Senti-te as poucas, mas intrínsecas e puras, palavras, senti-te naquele tempo parado, senti-me.
Não precisava de fazer dançar a alma, para te dizer simplesmente que adorei e que me surpreendeste porque ao pensares em tudo isto ao longo deste tempo, já me fez vestir o meu equipamento antigo de bailarina e, dançar deixando que o corpo, despegado da mente, me controlasse os movimentos.
Por isso voei. Voámos.
Não há metáforas que me traduzam as emoções. Fica a intenção, nestas míseras palavras.
Não as leias com os olhos, mas com o coração.
São meras palavras e não são. Vão para além daquilo que dizem. São a minha essência, são aquilo que quero partilhar contigo.
São aquilo que me define.
Aceita-as, aceita-me.
Deixa que as borrifadelas de perfume te digam mais do que aquilo que nós nos podemos dizer.
Não preciso de te contar o que sinto, se sentes que também o sinto, ou preciso?!
Deixa-me antes demonstrar-to.
Os vocábulos expressam muita coisa, menos isto, para isto servem-nos de
pouco.
O que importa é um gesto deixar um nervoso miudinho estimulante, é um olhar reluzente estar carregado de esperança, é um beijo dar-nos um sorriso e um sorriso oferecer-nos um instante para nos sentirmos felizes, confiantes e capazes.
É olhar para ti e ver-te com a minha maquilhagem, limpar-te e rir.
O mundo olha-nos com ciúme, mas tais olhares não nos pesam na consciência. Eu rio-me deles. Vejo-os passar e aceno.
Sinto-me grande, sinto-me de mãos lavadas, lanço os olhos no rio e sinto o vento saudar-me o rosto.
Está comigo. Acaricia-me e beija-me a testa. Despede-se com um sorriso penetrante, é meu comparsa.
Assim tão bem o é também o rio, guardador nos nossos segredos.
Ri-se de nós, crianças, ingénuos, trocando experiências, saboreando momentos, jovens, assim o somos.
Ri enquanto nos observa. Não se cansa. Sabemos da sua presença, mas nada nos incomoda. Senão será a chuva nada o é.
Existo eu e tu. Ali. Aqui. Além. Em todo o lado e em lugar algum.
Sinto-me quase como num sonho meu onde me encontro.
Sussurro-te ao ouvido um gosto muito de ti.
Não foi, contudo, impeditiva de uma tarde bem passada.
Penso que nada era. O tempo estagnou a nosso favor e comando, excepcionando as malditas gotinhas de água que teimavam em cair regateiras.
Voei, no sentido literal e metafórico.
A música matreira entrou-me sem pedir licença e fez com que a experimentasse. Anunciou-me, descarada, da sua presença. Anunciou-me, alcoviteira, da tua.
Senti o entrelaçar dos meus dedos nos teus como se para esse fim estivessem destinados. Senti a tua respiração inocente. Senti-te o coração bater. Senti-te as poucas, mas intrínsecas e puras, palavras, senti-te naquele tempo parado, senti-me.
Não precisava de fazer dançar a alma, para te dizer simplesmente que adorei e que me surpreendeste porque ao pensares em tudo isto ao longo deste tempo, já me fez vestir o meu equipamento antigo de bailarina e, dançar deixando que o corpo, despegado da mente, me controlasse os movimentos.
Por isso voei. Voámos.
Não há metáforas que me traduzam as emoções. Fica a intenção, nestas míseras palavras.
Não as leias com os olhos, mas com o coração.
São meras palavras e não são. Vão para além daquilo que dizem. São a minha essência, são aquilo que quero partilhar contigo.
São aquilo que me define.
Aceita-as, aceita-me.
Deixa que as borrifadelas de perfume te digam mais do que aquilo que nós nos podemos dizer.
Não preciso de te contar o que sinto, se sentes que também o sinto, ou preciso?!
Deixa-me antes demonstrar-to.
Os vocábulos expressam muita coisa, menos isto, para isto servem-nos de
pouco.
O que importa é um gesto deixar um nervoso miudinho estimulante, é um olhar reluzente estar carregado de esperança, é um beijo dar-nos um sorriso e um sorriso oferecer-nos um instante para nos sentirmos felizes, confiantes e capazes.
É olhar para ti e ver-te com a minha maquilhagem, limpar-te e rir.
O mundo olha-nos com ciúme, mas tais olhares não nos pesam na consciência. Eu rio-me deles. Vejo-os passar e aceno.
Sinto-me grande, sinto-me de mãos lavadas, lanço os olhos no rio e sinto o vento saudar-me o rosto.
Está comigo. Acaricia-me e beija-me a testa. Despede-se com um sorriso penetrante, é meu comparsa.
Assim tão bem o é também o rio, guardador nos nossos segredos.
Ri-se de nós, crianças, ingénuos, trocando experiências, saboreando momentos, jovens, assim o somos.
Ri enquanto nos observa. Não se cansa. Sabemos da sua presença, mas nada nos incomoda. Senão será a chuva nada o é.
Existo eu e tu. Ali. Aqui. Além. Em todo o lado e em lugar algum.
Sinto-me quase como num sonho meu onde me encontro.
Sussurro-te ao ouvido um gosto muito de ti.
3 comentários:
Tal como te disse ontem, isto nao é 1 sonho, é a realidade Ana, a nossa realidade sao estes momentos, quase perfeitos, nao fosse existir a hora da despedida @
Pensando nos momentos que passámos juntos, acreditei sempre que poderiamos ficar juntos, e foi essa fé que me deu força para lutar, para lutar por ti, por nos, e tive/tivemos a nossa recompensa @
estes dois dias foram apenas um começo, um começo de algo muito bonito, puro, que pouco a pouco cresce dentro de nós e nos faz parecer crianças quando estamos juntos, a sorrirmos inocentemente um do outro :] @
cada beijo nosso, cada sorriso, cada caricia, é tudo tao especial, tenho vontade que o tempo pare quando estou contigo @
tenho apenas 1 palavra para te dizer, que mesmo parecendo simples, espelha bem o que sinto por ti:
ADOROTE @
Eu tb Gosto mt de Ti :] **
venho aqui comentar qd tou feliz,hj k tou triste tb o faço...
keriate dizer k isto nao passou d um mal entendido :/
eu n insinuei nada,mt menos desconfiei d ti,eu cnfio plenament em ti Ana...
garantote k mandei akela msg pk tava preokupado ctg,dxkulpa se m xpressei mal :/
n gosto nada d tar assim ctg,gosto demais d ti pra fikar assim ctg,gosto k sejas calorosa cmg,carinhosa,e quando tas coisa cmg sinto bastante a falta disso,pk neste momento o meu bom/mau humor depende d nos,se nos tivermos bem,eu tou bem,se nao,eu nao fico bem =(
dxkulpa se usei as palavras erradas nakela msg Ana...
Adoro-te <3
PS: a proxima vez k tivermos juntos vai ser mt especial akredita @
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