E tudo não passa disso mesmo, de uma metamorfose.
Assisto perplexa ao meu próprio desenvolvimento. E nesse decurso percebo o quanto os outros me sabem construir quando não sabem aproveitar aquilo que em mim já existe.
Por causas ignotas ou impaciências carecidas, certo é que o fazem.
E estranho é ser sempre uma cúmplice destas atitudes desprovidas de qualquer tipo de ponderação e, circundar uma cumplicidade ofegante que em mim é inata e que tento esconder para não dar primazia à vergonha.
Desonro-me por não me saber controlar. Por recorrer a métodos onde, incansavelmente, me procuro transformar ainda que sem sucesso.
Não é a mim que procuram, mas antes a um ser que não é mais do que uma mera e insignificante aparência. Uma ilusão. Um talvez sim e depois não.
Algo indefinível que já cá não mora, se é que alguma vez se atreveu a pisar este terreno fértil de cá.
Deste lugar onde o profundo tem realmente o seu valor, e a imaginação é tão voadora, ou mais, que o pássaro que canta enquanto procura rasgar o céu.
Tem um bater de asas igual ao do meu coração por partilharmos uma simbiose que se diz completa. E o completo é absoluto, integral. É tudo aquilo a que chamamos Perfeição.
Algo que é tão invocado por vezes sem de qualquer sentido usufruir.
Não partilho o meu lugar com ninguém, se não o merecem. Se não têm a preparação que lhes é devidamente requerida, se não sabem abraçar as emoções e sobrevoar montes e vales levianamente numa calmaria invejável.
Sou assim, unicamente imperceptível e careço de uma imperfeição humanizada bastante notável. Estabeleço uma metamorfose onde tento melhorar-me, progredir. Ser quase tão grande como a mãe natureza e beber dela para atenuar a minha sede.
É, portanto, tempo de me racionalizar e aprender a estabelecer vontades que também em mim imperam.
E se a diferença se notar e se não for de mim, então se calhar é tempo de repensar posturas e saber ser-se perante outros.
Se se notar alguma disparidade, não há-de ser nada de muito especial, será apenas mais um dos tantos processos da minha metamorfose.
Assisto perplexa ao meu próprio desenvolvimento. E nesse decurso percebo o quanto os outros me sabem construir quando não sabem aproveitar aquilo que em mim já existe.
Por causas ignotas ou impaciências carecidas, certo é que o fazem.
E estranho é ser sempre uma cúmplice destas atitudes desprovidas de qualquer tipo de ponderação e, circundar uma cumplicidade ofegante que em mim é inata e que tento esconder para não dar primazia à vergonha.
Desonro-me por não me saber controlar. Por recorrer a métodos onde, incansavelmente, me procuro transformar ainda que sem sucesso.
Não é a mim que procuram, mas antes a um ser que não é mais do que uma mera e insignificante aparência. Uma ilusão. Um talvez sim e depois não.
Algo indefinível que já cá não mora, se é que alguma vez se atreveu a pisar este terreno fértil de cá.
Deste lugar onde o profundo tem realmente o seu valor, e a imaginação é tão voadora, ou mais, que o pássaro que canta enquanto procura rasgar o céu.
Tem um bater de asas igual ao do meu coração por partilharmos uma simbiose que se diz completa. E o completo é absoluto, integral. É tudo aquilo a que chamamos Perfeição.
Algo que é tão invocado por vezes sem de qualquer sentido usufruir.
Não partilho o meu lugar com ninguém, se não o merecem. Se não têm a preparação que lhes é devidamente requerida, se não sabem abraçar as emoções e sobrevoar montes e vales levianamente numa calmaria invejável.
Sou assim, unicamente imperceptível e careço de uma imperfeição humanizada bastante notável. Estabeleço uma metamorfose onde tento melhorar-me, progredir. Ser quase tão grande como a mãe natureza e beber dela para atenuar a minha sede.
É, portanto, tempo de me racionalizar e aprender a estabelecer vontades que também em mim imperam.
E se a diferença se notar e se não for de mim, então se calhar é tempo de repensar posturas e saber ser-se perante outros.
Se se notar alguma disparidade, não há-de ser nada de muito especial, será apenas mais um dos tantos processos da minha metamorfose.
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