E a vida é assim, injusta. Ou sou antes eu que não me adapto à mesma. Prega-nos partidas quando sabe que a nossa cabeça nos pesa, quando estamos mais carentes e condoídos. Quando por tudo e por nada tentamos ao máximo controlar aquilo que os meus olhos humedecidos, numa atitude vergonhosa e de desistência, querem dar a conhecer.
A minha determinação não me deixa render a impiedosas substâncias se não merecem ser vertidas, pelo menos por tão inconsciente e, ao mesmo tempo, burlesco assunto.
Seria risível se assim o permitisse. Custa-me sentir a tua falta, mas não me vou curvar. Se para uma brincadeira atinges uma seriedade infantil, então o teu comportamento não merece que me aflijas. Mas tu fá-lo. E, provavelmente, sentir-te-às grande e vitorioso porque sabes que não estou bem. Se é isso que queres e se é isso que te dá alento para continuar a pisar-me, então força, acho que vais no mau caminho. Talvez tropeces nos teus próprios buracos enquanto o orgulho ainda não alcançou o seu auge e, quiçá aí percebas que magoas.
O pior é mesmo pensar que te sentes bem com o meu mau-estar. Mas pronto, a vida é assim, injusta. Devia ensinar-nos a discernir bem os sentimentos e a controlá-los para que eu hoje não estivesse aqui, amargurada a escrever ao som de uma música melancólica enquanto tu nem em mim deves estar a pensar.
Talvez o mal também seja esse, eu querer ser mais para ti do que aquilo que sou e que consigo ser.
Mostrar-te que me importas não é para ti, possivelmente, relevante e eu não passo de uma parola que para aqui escreve esperando uma alacridade em vão.
Gostava de provar um pouco do futuro para apaziguar o meu espírito revolto e, ao mesmo tempo, tão cheio de sentimentos por ti.
Sinto que, pelo menos hoje, quero ser invisível. Reconforto-me comigo mesma, ao menos sei que, infelizmente, estou sozinha. Quem sabe se não deixas que o teu narcisismo te mostre também os teus negros ao espelho.
A minha determinação não me deixa render a impiedosas substâncias se não merecem ser vertidas, pelo menos por tão inconsciente e, ao mesmo tempo, burlesco assunto.
Seria risível se assim o permitisse. Custa-me sentir a tua falta, mas não me vou curvar. Se para uma brincadeira atinges uma seriedade infantil, então o teu comportamento não merece que me aflijas. Mas tu fá-lo. E, provavelmente, sentir-te-às grande e vitorioso porque sabes que não estou bem. Se é isso que queres e se é isso que te dá alento para continuar a pisar-me, então força, acho que vais no mau caminho. Talvez tropeces nos teus próprios buracos enquanto o orgulho ainda não alcançou o seu auge e, quiçá aí percebas que magoas.
O pior é mesmo pensar que te sentes bem com o meu mau-estar. Mas pronto, a vida é assim, injusta. Devia ensinar-nos a discernir bem os sentimentos e a controlá-los para que eu hoje não estivesse aqui, amargurada a escrever ao som de uma música melancólica enquanto tu nem em mim deves estar a pensar.
Talvez o mal também seja esse, eu querer ser mais para ti do que aquilo que sou e que consigo ser.
Mostrar-te que me importas não é para ti, possivelmente, relevante e eu não passo de uma parola que para aqui escreve esperando uma alacridade em vão.
Gostava de provar um pouco do futuro para apaziguar o meu espírito revolto e, ao mesmo tempo, tão cheio de sentimentos por ti.
Sinto que, pelo menos hoje, quero ser invisível. Reconforto-me comigo mesma, ao menos sei que, infelizmente, estou sozinha. Quem sabe se não deixas que o teu narcisismo te mostre também os teus negros ao espelho.
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