Por entre segredos confesso que acho que te amo.
Sei que deveria ser uma certeza, mas, se o fosse, implicaria que te teria de contar e, como sei que só de minha parte o é, prefiro permanecer numa atitude céptica com as minhas indagações pessoais.
Nesta minha introspecção avalio tudo. Cada sensação.
És uma pessoa tão cheia. É impossível não sentir o que sinto, não saber ouvir-te, não te saber ver ou sentir.
És tão grande que não sei se tenho altura que chegue para te beijar a face.
Sou pequena e tenho uma fraca figura. Sou, apesar de tudo, forte.
Sou dotada de muitas qualidades e, também, muitos defeitos. Claro está, que não sou eu que os enumero, pois são os outros que me podem dizer quem sou e o que sou, por entre vários juízos pessoais, são eles também formadores do meu eu.
Penso que se me conhecesses melhor, não te arrependerias.
Eu quero conhecer-te, é como uma necessidade biológica, como uma sede insaciável, porque tudo em ti tem um aroma a loucura, a proibição, a fatalismo.
Perco-me em ti. Não me importo. És como um labirinto, confuso e detalhado, do qual não pretendo encontrar a saída.
As tuas palavras beijam-me, os teus gestos enlaçam-me e não preciso de mais nada.
Preciso apenas que vejas isso.
Eu já achei a minha verdade. Isto é, penso que achei.
Não te digo, é segredo. É o meu segredo. Logo saberás se fizeres por merecê-lo.
Não percebes que é só isso? Só preciso que te deixes levar pela loucura, já que te dizes também apaixonado.
Mostra-o!
Se sou mais, se me queres deixar ser, larga o passado e dá-me aquilo que eu mereço.
Sou tua.
Infantilmente tua.
Agarra-me com toda a tua força e por favor não me largues. Tenho tanto medo de cair.
Sei que deveria ser uma certeza, mas, se o fosse, implicaria que te teria de contar e, como sei que só de minha parte o é, prefiro permanecer numa atitude céptica com as minhas indagações pessoais.
Nesta minha introspecção avalio tudo. Cada sensação.
És uma pessoa tão cheia. É impossível não sentir o que sinto, não saber ouvir-te, não te saber ver ou sentir.
És tão grande que não sei se tenho altura que chegue para te beijar a face.
Sou pequena e tenho uma fraca figura. Sou, apesar de tudo, forte.
Sou dotada de muitas qualidades e, também, muitos defeitos. Claro está, que não sou eu que os enumero, pois são os outros que me podem dizer quem sou e o que sou, por entre vários juízos pessoais, são eles também formadores do meu eu.
Penso que se me conhecesses melhor, não te arrependerias.
Eu quero conhecer-te, é como uma necessidade biológica, como uma sede insaciável, porque tudo em ti tem um aroma a loucura, a proibição, a fatalismo.
Perco-me em ti. Não me importo. És como um labirinto, confuso e detalhado, do qual não pretendo encontrar a saída.
As tuas palavras beijam-me, os teus gestos enlaçam-me e não preciso de mais nada.
Preciso apenas que vejas isso.
Eu já achei a minha verdade. Isto é, penso que achei.
Não te digo, é segredo. É o meu segredo. Logo saberás se fizeres por merecê-lo.
Não percebes que é só isso? Só preciso que te deixes levar pela loucura, já que te dizes também apaixonado.
Mostra-o!
Se sou mais, se me queres deixar ser, larga o passado e dá-me aquilo que eu mereço.
Sou tua.
Infantilmente tua.
Agarra-me com toda a tua força e por favor não me largues. Tenho tanto medo de cair.
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