Chega de ilusões.
Chega de maus presságios. Se há boa coisa que aprendi foi a não caminhar para o Nada onde nada posso obter. Nem uma sincera e simples emoção.
“Não vás por onde não pertences” – se não foi ainda dita por um sábio qualquer, deveria. Uso-a eu de momento pois o meu coração é pequeno e demasiado frágil, não pode com o mundo todo.
Sou uma ínfima parte, mas sou-o com orgulho nos melhores dias.
Nestes, luto apenas contra a tristeza que me invade com a triste verdade.
Como dói. Dói demasiado.
Sou TÃO tonta, meu Deus. Como pude deixar chegar a este ponto.
Tenho tanto medo e não há palmadinha nas costas que me valha. Estou apaixonada e sozinha. Tal aberração não deveria ser permitido. E a quem multar?
A mim. A mim por sentir.
Tira-me, por favor, todas as emoções.
Mais nada te peço.
Estou tão cansada.
Tenho já a cara desfeita por entre as lágrimas que me ocupam a tez queimada.
Tenho o coração mole e demasiado esmigalhado.
Será assim tão difícil gostar de alguém que goste realmente de nós?
Tenho vergonha de mim, quando devia exaltar-me.
Sou tanta coisa e sinto que não sou nada se o não for para ti.
Será justo? Penso que não.
Às vezes o ler alguns pensamentos poderia apaziguar ao menos o meu estado espírito com a crua e despida verdade.
Vem roubar-me a inocência, vem dilacerar-me, vem com emoções fracas enquanto eu te dou cada bocado de mim, só para que nunca nada meu te falte.
Se te fores embora, levas-me contigo.
E a mim de ti, predominará a saudade, e a mim de mim, o vazio pois tudo o resto levaste.
Chega de maus presságios. Se há boa coisa que aprendi foi a não caminhar para o Nada onde nada posso obter. Nem uma sincera e simples emoção.
“Não vás por onde não pertences” – se não foi ainda dita por um sábio qualquer, deveria. Uso-a eu de momento pois o meu coração é pequeno e demasiado frágil, não pode com o mundo todo.
Sou uma ínfima parte, mas sou-o com orgulho nos melhores dias.
Nestes, luto apenas contra a tristeza que me invade com a triste verdade.
Como dói. Dói demasiado.
Sou TÃO tonta, meu Deus. Como pude deixar chegar a este ponto.
Tenho tanto medo e não há palmadinha nas costas que me valha. Estou apaixonada e sozinha. Tal aberração não deveria ser permitido. E a quem multar?
A mim. A mim por sentir.
Tira-me, por favor, todas as emoções.
Mais nada te peço.
Estou tão cansada.
Tenho já a cara desfeita por entre as lágrimas que me ocupam a tez queimada.
Tenho o coração mole e demasiado esmigalhado.
Será assim tão difícil gostar de alguém que goste realmente de nós?
Tenho vergonha de mim, quando devia exaltar-me.
Sou tanta coisa e sinto que não sou nada se o não for para ti.
Será justo? Penso que não.
Às vezes o ler alguns pensamentos poderia apaziguar ao menos o meu estado espírito com a crua e despida verdade.
Vem roubar-me a inocência, vem dilacerar-me, vem com emoções fracas enquanto eu te dou cada bocado de mim, só para que nunca nada meu te falte.
Se te fores embora, levas-me contigo.
E a mim de ti, predominará a saudade, e a mim de mim, o vazio pois tudo o resto levaste.
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