segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

16. 01. 09

Sinto o cheiro frio da manhã. Tem um aroma ímpar igual a nenhum outro. Mas essa particularidade do bálsamo da manhã lembra-me o teu perfume.
Carregado de energia positiva, invade-me e me não deixa sentir de outro modo senão alegre também.
É impressionante como um simples e aparentemente insignificante detalhe teu causa tanto impacto em mim, uma minúscula partícula desta imensidão mundana onde me descobriste.
A tua presença faz-me não controlar o sorriso nem o riso e perder o controlo das minhas acções. Esqueço-me de tudo e fico extasiada naquele momento em que estou contigo.
E já lá vão trinta e um dias. Dito desta forma até parece que aumento o tempo, ainda que este seja incomensurável.
A tua dissemelhança de mim faz-me querer descobrir-te sempre, conhecer-te, saber de ti. Faz-me querer numa atitude incansável fazer cada minucioso segundo, que passa numa correria constante, durar mais do que aquilo que os seus próprios términos permitem.
E, por isso, a quantidade de minutos, horas, dias, meses, não importa, desde que todo esse tempo seja crescente, tanto a nível de quantidade como de qualidade.
Porque o mais importante do tudo, é sentir-me contigo, sentir o teu perfume peculiar, saber que tudo é tão aprazível se tudo de um sorriso depender.

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