E se tudo dependesse de um simples esforço.
É tão difícil aceitar-te de rajada e eu juro-te que tento. Contudo, confesso que sou bastante complicada e que penso demais. É um grande mal meu, o qual duvido que aceites.
É estulto aborrecermo-nos por tão ignóbil assunto, mas que queres?! Eu ligo a este tipo de coisas, não sabes o quanto é importante para mim. Só precisava que demonstrasses um pouco, pelo menos hoje, que também o era para ti.
Não sabes o quanto isto me magoa. Tenho tanto medo que me escapes no ínfimo sopro que te falei.
Mas somos muito diferentes neste aspecto e é tão difícil ser forte quando não o sou e se estas coisas me entristecem.
Sabes, ou penso que sabes, que queria que hoje fosse um dia singular e bem especial, tal como o premeditamos. Todavia, não o senti como queria.
Provavelmente o problema está em mim mesma, não desminto tal facto. A verdade é que ainda não encontrei maneira de conciliar estes nossos dois feitios tão distintos neste aspecto.
E o pior mal não é a discrepância que entre nós está patente, mas a similaridade dos nossos feitios. Isto é, a teimosia é algo que ambos sabemos bem dominar e, aceitar um erro ou dar o braço a torcer para estabilizar algo parece pouco digno. Então, esperamos que o outro o faça primeiro. Depois sim, admitimos que afinal até estávamos a ser tenazes e birrentos.
Eu conheço-me e, pelo pouco que conheço de ti, apercebi-me que também és assim. Isso sim, pode estragar algo se assim o permitirmos.
Queria falar contigo, mas os meus caprichos não mo permitem e, por isso, escrevo-me por meio de vocábulos inúteis que tu não lês e que falam tanto de ti.
Talvez se o fizesses, se quisesses saber parte de mim. Talvez o farias se quisesses, repito.
E talvez se trate tudo disso mesmo.
Afinal de contas eu não aprendo. Não aprendo mesmo.
E quanto o sentimento cresce, mais escura a noite fica.
É tão difícil aceitar-te de rajada e eu juro-te que tento. Contudo, confesso que sou bastante complicada e que penso demais. É um grande mal meu, o qual duvido que aceites.
É estulto aborrecermo-nos por tão ignóbil assunto, mas que queres?! Eu ligo a este tipo de coisas, não sabes o quanto é importante para mim. Só precisava que demonstrasses um pouco, pelo menos hoje, que também o era para ti.
Não sabes o quanto isto me magoa. Tenho tanto medo que me escapes no ínfimo sopro que te falei.
Mas somos muito diferentes neste aspecto e é tão difícil ser forte quando não o sou e se estas coisas me entristecem.
Sabes, ou penso que sabes, que queria que hoje fosse um dia singular e bem especial, tal como o premeditamos. Todavia, não o senti como queria.
Provavelmente o problema está em mim mesma, não desminto tal facto. A verdade é que ainda não encontrei maneira de conciliar estes nossos dois feitios tão distintos neste aspecto.
E o pior mal não é a discrepância que entre nós está patente, mas a similaridade dos nossos feitios. Isto é, a teimosia é algo que ambos sabemos bem dominar e, aceitar um erro ou dar o braço a torcer para estabilizar algo parece pouco digno. Então, esperamos que o outro o faça primeiro. Depois sim, admitimos que afinal até estávamos a ser tenazes e birrentos.
Eu conheço-me e, pelo pouco que conheço de ti, apercebi-me que também és assim. Isso sim, pode estragar algo se assim o permitirmos.
Queria falar contigo, mas os meus caprichos não mo permitem e, por isso, escrevo-me por meio de vocábulos inúteis que tu não lês e que falam tanto de ti.
Talvez se o fizesses, se quisesses saber parte de mim. Talvez o farias se quisesses, repito.
E talvez se trate tudo disso mesmo.
Afinal de contas eu não aprendo. Não aprendo mesmo.
E quanto o sentimento cresce, mais escura a noite fica.
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